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Controle de constitucionalidade

ADI 362

Julgada em 21/11/1996, pelo Plenário. Relator: Francisco Rezek. Origem: AL. Inteiro teor no STF (abre em nova aba)

O que foi decidido

Por votação unânime, o Tribunal julgou procedente a ação para declarar a inconstitucionalidade dos arts. 49, X, e 274 da Constituição do Estado de Alagoas, promulgada em 1988, e os arts. 16, 21 e 36 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. Votou o Presidente. Ausentes, justificadamente, os Ministros Carlos Velloso e Marco Aurélio.

O resumo do próprio STF

Normas citadas

Como o STF indexou. Citada não quer dizer questionada: a norma pode ser só um fundamento da decisão.

Como citar (ABNT)

BRASIL. Supremo Tribunal Federal (Tribunal Pleno). ADI 362. Relator: Min. Francisco Rezek, 21 de novembro de 1996. Disponível em: https://portal.stf.jus.br/jurisprudencia/obterInteiroTeor.asp?numero=362&classe=ADI. Acesso em: 7 nov. 2026.

Ementa

AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE. INVESTIDURA

EM CARGO OU EMPREGO PÚBLICO. NECESSIDADE DE PRÉVIA APROVAÇÃO EM

CONCURSO PÚBLICO. ARTIGO 37 - II DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL.

PRECEDENTES DO STF.

O ingresso em cargo isolado ou cargo inicial de certa

carreira deve dar-se obrigatoriamente por concurso público à vista

do que dispõe o artigo 37 - II da Constituição Federal, com a

ressalva dos cargos em comissão declarados em lei de livre nomeação

e exoneração. O Supremo já proclamou, em mais de um juízo plenário,

a inconstitucionalidade da ascensão funcional enquanto forma de

ingresso em carreira diversa daquela que o servidor público começou

por concurso.

Ação direta julgada procedente com a declaração de

inconstitucionalidade do artigo.