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Controle de constitucionalidade

ADI 1832

Julgada em 27/05/1998, pelo Plenário. Relator: Ilmar Galvão. Origem: DF. Inteiro teor no STF (abre em nova aba)

O que foi decidido

O Tribunal, por votação unânime, não conheceu da ação direta, nos termos do voto do Relator. Votou o Presidente. Ausentes, justificadamente, neste julgamento, o Ministro Sepúlveda Pertence.

O resumo do próprio STF

Normas citadas

Como o STF indexou. Citada não quer dizer questionada: a norma pode ser só um fundamento da decisão.

Como citar (ABNT)

BRASIL. Supremo Tribunal Federal (Tribunal Pleno). ADI 1832. Relator: Min. Ilmar Galvão, 27 de maio de 1998. Disponível em: https://portal.stf.jus.br/jurisprudencia/obterInteiroTeor.asp?numero=1832&classe=ADI. Acesso em: 6 nov. 2026.

Ementa

AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE. LEI Nº 989,

DE 18 DE DEZEMBRO DE 1995, DO DISTRITO FEDERAL RELATIVA À TAXA DE

LIMPEZA PÚBLICA.

O dispositivo legal impugnado foi editado com base na

competência inerente ao Município, estendida ao Distrito Federal por

força do disposto no art. 32, § 1º, da Carta Constitucional.

Em face da posição particular que a Constituição Federal

atribui ao Distrito Federal de editar leis que se assimilam às leis

municipais, a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal já assentou

entendimento no sentido do descabimento da ação direta de

inconstitucionalidade quando tenha por objeto leis ou atos

normativos fundados no exercício da competência municipal (ADI 911,

Rel. Min. Celso de Mello; ADI 611 e ADI 880, Rel. Min. Sepúlveda

Pertence e ADI 1.375, Rel. Min. Moreira Alves).

Ação direta de inconstitucionalidade não conhecida,

ficando, assim, prejudicado o pedido de concessão de liminar.