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Controle de constitucionalidade

ADI 762

Julgada em 01/04/2004, pelo Plenário. Relator: Ellen Gracie. Origem: RJ. Inteiro teor no STF (abre em nova aba)

O que foi decidido

O Tribunal, por unanimidade, julgou procedente a ação e declarou a inconstitucionalidade da Lei nº 1.951, de 26 de janeiro de 1992, do Estado do Rio de Janeiro, nos termos do voto da Relatora. Votou o Presidente. Ausente, justificadamente, neste julgamento, o Senhor Ministro Maurício Corrêa, Presidente.

O resumo do próprio STF

Normas citadas

Como o STF indexou. Citada não quer dizer questionada: a norma pode ser só um fundamento da decisão.

Como citar (ABNT)

BRASIL. Supremo Tribunal Federal (Tribunal Pleno). ADI 762. Relator: Min. Ellen Gracie, 1 de abril de 2004. Disponível em: https://portal.stf.jus.br/jurisprudencia/obterInteiroTeor.asp?numero=762&classe=ADI. Acesso em: 6 nov. 2026.

Ementa

AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE. LEI ESTADUAL Nº 1.951/RJ, DE

26.01.1992. PENSÃO POR MORTE DE SERVIDOR PÚBLICO ESTADUAL. FALTA DE

CÔNJUGE, COMPANHEIRO OU DEPENDENTE. BENEFICIÁRIO. TERCEIRO LEGATÁRIO

EM TESTAMENTO OU INDICADO AO INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA ESTADUAL

(IPERJ). INCONSTITUCIONALIDADE FORMAL E MATERIAL. PRECEDENTE: ADIN

Nº 240, REL. MIN. OCTAVIO GALLOTTI

1. Afronta ao art. 61, § 1º, II,

c, por preterir a exigência de iniciativa exclusiva do Chefe do

Poder Executivo para a elaboração de normas que disponham sobre

servidores públicos e seu regime jurídico.

2. É inconstitucional a

norma que permite a extensão da pensão por morte a pessoa não

inserida no rol estabelecido ao art. 201, V da CF (cônjuge,

companheiro ou dependente).

3. Ação direta de inconstitucionalidade

que se julga procedente para declarar a inconstitucionalidade da

Lei Estadual nº 1.951, de 26.01.1992.