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Controle de constitucionalidade

ADI 1729

Julgada em 28/06/2006, pelo Plenário. Relator: Eros Grau. Origem: RN. Inteiro teor no STF (abre em nova aba)

O que foi decidido

Preliminarmente, o Tribunal, por maioria, conheceu da ação direta, vencido o Senhor Ministro Eros Grau (Relator), e, no mérito, à unanimidade, julgou-a procedente, nos termos do voto do Relator. Votou a Presidente, Ministra Ellen Gracie. Ausente, justificadamente, o Senhor Ministro Celso de Mello.

O resumo do próprio STF

Outras fases deste processo

Resumos do STF sobre outros julgamentos deste processo, como liminares. Não são o resultado final.

Normas citadas

Como o STF indexou. Citada não quer dizer questionada: a norma pode ser só um fundamento da decisão.

Como citar (ABNT)

BRASIL. Supremo Tribunal Federal (Tribunal Pleno). ADI 1729. Relator: Min. Eros Grau, 28 de junho de 2006. Disponível em: https://portal.stf.jus.br/jurisprudencia/obterInteiroTeor.asp?numero=1729&classe=ADI. Acesso em: 6 nov. 2026.

Ementa

AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE. § 2º DO ARTIGO 1º DA

LEI n. 6.782 DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE, A ELE ACRESCIDO

PELA LEI N. 6.991/97. EMENDA PARLAMENTAR A PROJETO DE LEI DE

INICIATIVA DO CHEFE DO PODER EXECUTIVO. CONCESSÃO DE VANTAGEM

PESSOAL A SERVIDORES PÚBLICOS ESTADUAIS. VIOLAÇÃO DO ARTIGO 63,

INCISO I, DA CONSTITUIÇÃO DO BRASIL.

1. Reconhecimento de

generalidade e abstração suficientes ao ato normativo.

Possibilidade de exame de constitucionalidade na via do controle

concentrado. Preliminar rejeitada.

2. A iniciativa de projetos

de lei que disponham sobre vantagem pessoal concedida a

servidores públicos cabe privativamente ao Chefe do Poder

Executivo. Precedentes.

3. Inviabilidade de emendas que

impliquem aumento de despesas a projetos de lei de iniciativa do

Chefe do Poder Executivo.

4. Pedido julgado procedente para

declarar a inconstitucionalidade do § 2º do artigo 1º da Lei n.

6.782/95, a ele acrescido pela Lei n. 6.991/97, ambas do Estado

do Rio Grande do Norte.