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Controle de constitucionalidade

ADI 2947

Julgada em 05/05/2010, pelo Plenário. Relator: Cezar Peluso (Presidente). Origem: RJ. Inteiro teor no STF (abre em nova aba)

O que foi decidido

O Tribunal, por votação unânime e nos termos do voto do Relator, Ministro Cezar Peluso (Presidente), julgou procedente a ação direta. Ausente, licenciado, o Senhor Ministro Joaquim Barbosa.

O resumo do próprio STF

Normas citadas

Como o STF indexou. Citada não quer dizer questionada: a norma pode ser só um fundamento da decisão.

Como citar (ABNT)

BRASIL. Supremo Tribunal Federal (Tribunal Pleno). ADI 2947. Relator: Min. Cezar Peluso (presidente), 5 de maio de 2010. Disponível em: https://portal.stf.jus.br/jurisprudencia/obterInteiroTeor.asp?numero=2947&classe=ADI. Acesso em: 6 nov. 2026.

Ementa

INCONSTITUCIONALIDADE. Ação Direta. Lei nº 2.749, de

23 de junho de 1997, do Estado do Rio de Janeiro, e Decreto

Regulamentar nº 23.591, de 13 de outubro de 1997. Revista íntima em

funcionários de estabelecimentos industriais, comerciais e de

serviços com sede ou filiais no Estado. Proibição. Matéria

concernente a relações de trabalho. Usurpação de competência

privativa da União. Ofensa aos arts. 21, XXIV, e 22, I, da CF. Vício

formal caracterizado. Ação julgada procedente. Inconstitucionalidade

por arrastamento, ou conseqüência lógico-jurídica, do decreto

regulamentar. É inconstitucional norma do Estado ou do Distrito

Federal que disponha sobre proibição de revista íntima em empregados

de estabelecimentos situados no respectivo território.