ADI e Gratuidade de Certidão
Julgamento de 11/06/2007. Informativo 471 (abre em nova aba)
Controle de constitucionalidade
Julgada em 11/06/2007, pelo Plenário. Relator: Nelson Jobim. Redação do acórdão: Ricardo Lewandowski. Origem: DF. Inteiro teor no STF (abre em nova aba)
O Tribunal, por maioria, julgou improcedente a ação direta, vencido o Senhor Ministro Marco Aurélio, que a julgava parcialmente procedente. Votou a Presidente, Ministra Ellen Gracie. Lavrará o acórdão o Senhor Ministro Ricardo Lewandowski. Não participou da votação a Senhora Ministra Cármen Lúcia por suceder ao Senhor Ministro Nelson Jobim, que já proferira voto. Impedido o Senhor Ministro Gilmar Mendes. Ausentes, justificadamente, os Senhores Ministros Celso de Mello e Carlos Britto.
Julgamento de 11/06/2007. Informativo 471 (abre em nova aba)
Resumos do STF sobre outros julgamentos deste processo, como liminares. Não são o resultado final.
Julgamento de 06/04/1998. Informativo 105 (abre em nova aba)
Como o STF indexou. Citada não quer dizer questionada: a norma pode ser só um fundamento da decisão.
Constituição Federal
art. 30
art. 45
art. 45
art. 1
art. 1art. 3art. 5
BRASIL. Supremo Tribunal Federal (Tribunal Pleno). ADI 1800. Relator: Min. Nelson Jobim, 11 de junho de 2007. Disponível em: https://portal.stf.jus.br/jurisprudencia/obterInteiroTeor.asp?numero=1800&classe=ADI. Acesso em: 5 nov. 2026.
CONSTITUCIONAL. ATIVIDADE NOTARIAL. NATUREZA. LEI 9.534/97.
REGISTROS PÚBLICOS. ATOS RELACIONADOS AO EXERCÍCIO DA CIDADANIA.
GRATUIDADE. PRINCÍPIO DA PROPORCIONALIDADE. VIOLAÇÃO NÃO
OBSERVADA. PRECEDENTES. IMPROCEDÊNCIA DA AÇÃO.
I - A atividade
desenvolvida pelos titulares das serventias de notas e registros,
embora seja análoga à atividade empresarial, sujeita-se a um
regime de direito público.
II - Não ofende o princípio da
proporcionalidade lei que isenta os "reconhecidamente pobres" do
pagamento dos emolumentos devidos pela expedição de registro
civil de nascimento e de óbito, bem como a primeira certidão
respectiva.
III - Precedentes.
IV - Ação julgada improcedente.